Não vamos deixar a tradição morrer! Sexta-feira é dia de post com dica de passeio e/ou viagem com crianças. Neste caso, um passeio com crianças para quem mora em Curitiba e uma dica de viagem com crianças para quem reside em outras cidades, como nós, que moramos na capital de São Paulo. A dica de hoje é o passeio de trem da Serra do Mar do estado do Paraná.

Nossa primogênita passeou de trem pela primeira vez aos 2 anos de idade quando fizemos o passeio de Maria Fumaça a partir da Estação Emílio Ribas, em Campos do Jordão, São Paulo. Posteriormente, a levamos para um passeio de trem mais longo, quando ela tinha 5 anos, como relatei neste post. Por conta da pandemia da Covid-19, levamos a Maria Julia para passear de trem pela primeira vez somente aos 6 anos de idade. Para seu primeiro passeio, escolhi o passeio de trem mais bonito do Brasil e um dos mais espetaculares do mundo, segundo avaliação do jornal britânico The Guardian e do norte-americano The Wall Street Journal.

O trem da Serra do Mar está presente desde 1997 no turismo do estado do Paraná, que atualmente conta com 5 vagões, com capacidade total para mais de 1.200 passageiros. Durante o passeio, que dura cerca de quatro horas, a velocidade máxima permitida é de aproximadamente 30 km/h.

Mas, antes de embarcar com a gente nessa viagem, que tal conhecermos um pouquinho da história da estrada de ferro que liga Curitiba e Paranaguá?

Vista do passeio de trem da Serra do Mar do estado do Paraná

Estrada de ferro que liga Curitiba e Paranaguá

De acordo com a Wikipédia, a estrada de ferro foi projetada em 1870 e construída entre 1880 e 1885. Com 110 quilômetros de trilho possui 14 túneis, 30 pontes e viadutos, além de 10 estações intermediárias. A estrada encontra-se sob operação da Rumo Logística, com transporte diário de carga, e um trem turístico operado pela Serra Verde Express.

Antes da ferrovia, por mais de 200 anos a única ligação entre o litoral e o planalto paranaense era a Estrada da Graciosa (uma estrada linda que conhecemos durante nossa viagem para Ilha do Mel), inicialmente uma trilha aberta pelos indígenas, posteriormente calçada.

Participaram da construção da estrada de ferro que liga Curitiba e Paranaguá nove mil trabalhadores, em condições de trabalho desafiadoras (área pantanosa e sujeita a alagamentos), sem estrada para facilitar o transporte. Mas, fiquei feliz em saber que a construção foi feita sem o uso de mão de obra escrava, apesar da escravidão ainda ser vigente na época.

A estrada foi construída com aço belga e trazido de navio ao Brasil. Em 1883, menos de cinco anos após o início das obras, o trecho Paranaguá-Morretes é inaugurado em cerimônia com a Princesa Isabel.

O trem de turismo

Em 1997 nascia a Serra Verde Express, um empreendimento que administra o transporte de passageiros que liga Curitiba a Paranaguá. Até então, o serviço era gerido pelo Governo Federal por meio da Rede Ferroviária Federal S.A. (RFFSA).

Com isso, o roteiro se tornou o segundo principal atrativo turístico do Paraná, atrás apenas da cidade de Foz do Iguaçu. Em 2008, a Serra Verde Express lançou o primeiro trem de luxo do país (Litorina Luxo), com jantar e música ao vivo. Além dele, há outras 2 opções de classe, a Turística e a Boutique.

Para o nosso passeio, escolhi um dos quatro vagões Boutique, o Barão do Serro Azul, que tem como homenageado o histórico político e empresário do Paraná e possui varanda panorâmica. Escolhi este vagão principalmente por ter varanda, já que quatro horas me pareceu um longo período para ser feito sem parada com crianças e a varanda amenizaria a necessidade de ficarmos sentados durante todo o trajeto.

O vagão Barão do Serro Azul é climatizado, possui decoração temática, janelas panorâmicas, serviço de bordo, poltronas confortáveis, espumante de boas-vindas e acompanhamento de guia bilíngue, além da varanda. Afora o Welcome Drink, estava incluso no nosso passeio lanche e bebidas à vontade (água, café, chá, refrigerante e cerveja).

Bilhete Curitiba – Morretes (porque escolhemos o passeio sem transfer, sem almoço e sem retorno)

Há a possibilidade de viajar de Curitiba a Morretes e fazer o caminho inverso, de Morretes a Curitiba (com pôr do sol). Também há a possibilidade de comprar o passeio completo, com transfer de ida e volta do hotel ou residência e almoço incluso em Morretes.

Contudo, optamos por comprar apenas os bilhetes para o passeio de trem pelo trecho paranaense da Serra do Mar. Por estarmos com crianças e “turistando” por Curitiba, dispensamos o transfer e preferimos ir com o nosso próprio carro até a Estação Rodoferroviária de Curitiba para o embarque às 08h30. A dica aqui é: chegue no horário, mas não precisa “correr” para embarcar, os lugares são demarcados.

Optamos por pagar a parte pelo nosso almoço em Morretes para termos livre escolha de restaurante e pratos. Meu esposo pediu o prato típico, barreado. Mas, escolhi outra opção e as crianças ficaram com os pratos kids.

Utilizamos como transporte rodoviário de Morretes a Curitiba uma van, contratada na Estação Rodoferroviária de Curitiba, pouco tempo antes do embarque no trem. Lá, fomos abordados por diversas empresas oferecendo o serviço.

Embora o passeio pela milenar estrada de ferro Curitiba – Paranaguá, vencendo pontes, viadutos, túneis e apreciando cenários incríveis de cachoeiras e vegetação exuberante tenha sido incrível, retornar de trem seria muito cansativo (tanto para as crianças como para nós, adultos). Por isso, optamos por voltar de van.

Quer saber se o passeio de trem da Serra do Mar paranaense vale a pena? Sim, vale muito a pena! Este é um dos dez passeios de trem mais lindos do mundo, segundo o jornal britânico The Guardian.

Compre seus ingressos clicando aqui.

Morretes

Morretes

Morretes é uma charmosa cidade entre a Serra e o litoral do Paraná, a 70 km de Curitiba. Repleta de casarões preservados e restaurantes e, como já contei, com o barreado como prato típico. Chegamos na cidade com chuva e entre tantas opções, almoçamos no restaurante Nhundiaquara.

A arquitetura do restaurante nos chamou a atenção. O prédio faz parte do “Cartão postal de Morretes”. As paredes da área principal, remanescentes do século XVIII, que serviram os primeiros moradores, estão conservadas, sendo hoje a mais antiga construção da cidade.

Este mesmo prédio já funcionou como cassino, escola, fábrica de meias, centro espírita, sede da repartição geral dos telégrafos e desde 1945 o hotel e restaurante Nhundiaquara.

Endereços:

Estação Rodoferroviária de Curitiba
Avenida Presidente Affonso Camargo, 330 – Jardim Botânico, Curitiba – PR

Hotel e Restaurante Nhundiaquara
Rua General Carneiro, 13 – Centro, Morretes – PR

Agora que você já conhece os detalhes e se inteirou da nossa experiência, bora viajar no tempo num passeio de trem da Serra do Mar do estado do Paraná?

Um abraço,

Como comentei com vocês tempos atrás, após a mudança para o trabalho remoto, tenho valorizado cada vez mais as pequenas viagens que costumávamos fazer duas vezes ao ano ou pouco mais que isso. Assim, no final de 2021, alimentei o desejo de viajar em família todo mês durante o ano de 2022. Mas, como a vida não está fácil para ninguém, não conseguimos viajar todos os meses. Viajamos em janeiro, abril, julho, agosto e novembro e estamos com viagem marcada para dezembro.

Em janeiro conhecemos o Vale Suiço Resort e em abril o Barretos Country Thermas Park. Em julho conhecemos o município de Gonçalves, em Minas Gerais. E, em agosto deste ano conhecemos o Hotel Fazenda Vale da Mantiqueira, assunto do post de hoje! ♥

O Hotel Fazenda Vale da Mantiqueira fica em Virgínia, município do Sul de Minas Gerais, a apenas 30 minutos de Pouso Alto, onde também já nos hospedamos como contei aqui. Com pouco mais de 8 mil habitantes, Virgínia se destaca pelo cultivo de frutas, e tem como atração especial a Exposição Agropecuária na cidade, que aconteceu durante a nossa visita ao hotel fazenda.

Após 4 horas de viagem (com parada para o almoço) chegamos à Virgínia, num sábado. E, regressamos numa segunda-feira. O Hotel Fazenda Vale da Mantiqueira é o maior complexo de lazer do Sul de Minas Gerais e achamos que duas diárias foi pouco para apreciarmos tudo o que o hotel fazenda oferece.

Hotel Fazenda Vale da Mantiqueira

Arrumava nossas malas para o final de semana no Hotel Fazenda Vale da Mantiqueira quando escrevi o post O que levar na mala das crianças para um resort?. E, desde então, tenho recebido a pergunta sobre os “momentos” vividos num resort. Para um resort, são esperados momentos de lazer como brincadeiras externas/internas com outras crianças guiadas pelos recreadores, café da manhã, almoço, chá da tarde, jantar e, o que não poderia faltar, momentos de lazer nas piscinas e demais estrutura que a hospedagem venha a oferecer.

No dia da nossa chegada no Hotel Fazenda Vale da Mantiqueira nos divertirmos nas piscinas cobertas e aquecidas e curtimos a festa junina do hotel, com direito a barracas de comidas típicas, show e brincadeiras.

Piscina coberta e aquecida com brinquedos aquáticos
Piscina coberta e aquecida

Para o dia inteiro no Hotel Fazenda Vale da Mantiqueira a diversão foi garantida pelo arco e flecha, recreação com monitores e, como a água da piscina de borda infinita estava congelante, pelas piscinas cobertas e aquecidas. Após o almoço, percorrermos toda a extensão do hotel a pé e nos divertimos no lago com pedalinho e pesca esportiva. A diversão noturna ficou por conta do Kids Club Vale Adventure (parque indoor).

Lago com caiaque, pedalinho e pesca esportiva.

Antes de partirmos, não poderíamos deixar de retornar para as piscinas cobertas e aquecidas e percorrer os 400 m de extensão da tirolesa (custo à parte).

Se você também gosta de pegar estrada com crianças e conhecer novos lugares com uma estrutura completa para o lazer dos pequenos, com certeza conhecer o Hotel Fazenda Vale da Mantiqueira vale a pena!

Confira outras resenhas de viagens com crianças em Minas Gerais:

Gonçalves

Itapeva

Monte Verde

São Lourenço

Pouso Alto

Monte Sião (visita à Fenat – Feira Nacional do Tricô, com hospedagem em Águas de Lindóia)

Virgínia, município do Sul de Minas Gerais

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Um abraço,

Ah, quem não gosta de viajar? O post de hoje é mais um post com dica de viagem com criança! Trago a resenha sobre o destino escolhido para a nossa aventura de férias escolares: Gonçalves, município brasileiro do estado de Minas Gerais.

Gonçalves, Minas Gerais

Visitamos Gonçalves, situado a 212 Km da capital paulista, em julho deste ano. O município está localizado no Sul de Minas Gerais e é atualmente um dos polos turísticos em forte desenvolvimento na Serra da Mantiqueira, fazendo parte do circuito turístico Serras Verdes do Sul de Minas.

Gonçalves é o quarto destino que visitamos com crianças entre as cidades da Serra da Mantiqueira e do Vale do Paraíba, as outras são: Aparecida, onde você encontra mais detalhes da nossa visita aqui e aqui, Campos do Jordão, onde você encontra mais detalhes da nossa visita aqui, e Monte Verde, onde você encontra mais detalhes da nossa visita aqui.

Se você é leitor(a) do Blog Desafio Mamãe, não é à toa que ler sobre Gonçalves aqui no blog lhe pareça familiar. No mês da nossa visita, escrevi posts sobre o Rancho André Neto e a Conexão Gonçalves, que fizeram parte do nosso passeio. Hoje, vim contar com mais detalhes a nossa experiência neste município de Minas Gerais, incluindo o roteiro de 3 dias em Gonçalves.

Ao planejar nossa viagem, encontrei muitas informações no Portal Turismo em Gonçalves. Foi através dele que encontrei informações sobre pontos turísticos, restaurantes e sobre as opções de hospedagem. Então, para começar o relato, primeiro preciso contar onde nos hospedamos.

Hospedagem

Nos hospedamos na Pousada Monjolos de Minas. Escolhemos a pousada por dois motivos, o primeiro por possuir piscina coberta e aquecida (a pedido das crianças) e o segundo por acomodar famílias, uma vez que grande parte das pousadas da região são projetadas para acomodar casais.

Recomendo a pousada pelo bom atendimento, pela limpeza, pela variedade e sabor do café da manhã servido em cesta de piquenique no chalé (custo à parte), por possuir lareira e pelo paisagismo. O local é perfeito para relaxar no silêncio e contemplar a natureza.

A única ressalva em relação à Pousada Monjolos de Minas é a distância entre ela e o centro de Gonçalves. Conhecedores da região fazem o trajeto de carro em 20 minutos. Contudo, Gonçalves e o Distrito de Costas, em Paraisópolis, Minas Gerais (onde localiza-se a pousada) são mal sinalizados e o pacote de dados das operadoras de celular não funciona na zona rural, o que impossibilita o uso de um sistema de posicionamento global (GPS). Por isso, nos perdíamos e o trajeto ultrapassava a 30 minutos.

Assim, conhecendo o local onde nos hospedamos, ficará mais claro o motivo das nossas escolhas neste roteiro de 3 dias em Gonçalves. Agora, pega aquela xícara de chá e confira o nosso roteiro:

Dia 1 (chegada à hospedagem e jantar)

Maritaca’s Restaurante

Saímos da capital de São Paulo por volta das 15h30 e chegamos na pousada quatro horas depois (com uma parada de 50 minutos no Empório Serra à Vista, em Tremembé, São Paulo). Para a nossa primeira noite em Gonçalves, havia feito a reserva para jantarmos no Restaurante Sauá. Contudo, como demoramos mais do que o esperado no trajeto, acabamos optando por jantar no centro do Distrito de Costas, no Maritaca’s Restaurante, que possui nota 5 no Tripadvisor.

O Maritaca’s Restaurante é um bistrô pequeno, agradável e de comida saborosa. Caso se hospede na Pousada Monjolos de Minas, vale a pena conhecer!

Dia 2 (Passeio a cavalo e roteiro das cachoeiras)

Rancho André Neto e Restaurante Vida Verde, com chegada a cavalo.

Rancho André Neto

Para melhor aproveitarmos o nosso dia inteiro em Gonçalves, reservei a cesta de café da manhã para às 08h. Assim, teríamos tempo suficiente para saborearmos o café da manhã com calma e chegarmos ao Rancho André Neto, localizado no centro de Gonçalves, uma hora depois. Nosso horário de chegada no rancho foi perfeito, pois ainda estava vazio e pudemos aproveitar o sol da manhã apreciando os cavalos.

Como contei para vocês neste post, a Maria Julia montou a cavalo pela primeira vez sem a companhia do papai. Antes do passeio a cavalo com guia, ela obteve por trinta minutos orientações de como conduzir o animal. Após o treino, fez o passeio para um dos pontos turísticos da cidade, o Restaurante Vida Verde, localizado a 2 Km do rancho, onde havíamos feito reserva para o almoço.

O Restaurante Vida Verde possui 3 ambientes: salão interno, deck com vista para o bosque do lago e gramado sob as sombras das árvores. O restaurante localiza-se em frente à pousada Vida Verde e é aberto ao público para o café da manhã e almoço. No jantar, os pratos são servidos nas acomodações dos hóspedes da pousada.

Restaurante Vida Verde

Saboreamos o prato mineiro do Restaurante Vida Verde no deck com vista para o bosque do lago e nossa experiência foi incrível. O bom atendimento e a boa comida complementaram o prazer de almoçarmos com uma vista linda ao som do barulho da água e do canto dos pássaros.

Roteiro das cachoeiras com a Conexão Gonçalves

Roteiro das cachoeiras com a Conexão Gonçalves

Como detalhei para vocês neste post, reservamos a tarde de sábado para fazer o roteiro das cachoeiras com a agência de turismo ecológico Conexão Gonçalves para conhecermos a Cachoeira Sete Quedas, Cachoeira do Retiro, Cachoeira do Simão e Cachoeira dos Henriques.

A cachoeira Sete Quedas e a cachoeira do Retiro são as cachoeiras mais próximas do centro de Gonçalves (próximas também do Rancho André Neto) e podem ser facilmente acessadas de carro. A cachoeira do Simão é próxima do Restaurante Vida Verde e também pode ser facilmente acessada de carro. Já a cachoeira dos Henriques é a mais próxima do local onde nos hospedamos (Distrito de Costas). Ela está a 9 km da zona urbana de Gonçalves e a trilha é de fácil acesso desde que você conheça o trajeto, como o Flávio, nosso guia da Conexão Gonçalves (lembrando que o pacote de dados das operadoras de celular não funciona na zona rural e, por isso, não podemos contar com a ajuda do GPS para chegar às cachoeiras).

Após o roteiro das cachoeiras, retornamos para a pousada a fim das crianças curtirem a piscina coberta e aquecida antes de sairmos para jantar. A piscina da Pousada Monjolos de Minas fica aberta até às 17h.

Jantar

Havia me programado para retornar ao centro de Gonçalves para jantarmos e, posteriormente, conhecermos a vida noturna da cidade. Não havíamos feito reserva, mas a intenção era apreciarmos a fondue do Chalezinho Gastrobar. Contudo, sem GPS, rodamos pela cidade e não o encontramos. Assim, escolhemos o Restaurante Flor de Zucca, indicado pelo nosso guia Flávio, da Conexão Gonçalves.

Restaurante Flor de Zucca oferece uma opção gastronômica refinada em Gonçalves. O ambiente é agradável, voltado para casais. Por isso, a fim de contermos o temperamento tempestivo natural das crianças, acabamos abrindo mão para o uso do celular na mesa, enquanto aguardávamos nossos pratos e durante a sobremesa, que elas não quiseram experimentar.

Após o jantar, demos uma volta pela cidade e já estava tudo fechado, com exceção dos restaurantes. Após as 19h, até mesmo os postos de combustíveis fecharam, mesmo num sábado do mês de julho, alta temporada para o turismo.

Dia 3 (Roteiro Serra da Balança, Cervejaria 3 Orelhas e retorno para casa)

Roteiro Serra da Balança

Roteiro Serra da Balança com a Conexão Gonçalves

Para o nosso terceiro dia, havia planejado fazer o roteiro com a Conexão Gonçalves pela manhã e retornarmos para a pousada até às 12h para o checkout. Contudo, devido à distância entre a pousada e o centro de Gonçalves, preferimos fazer o checkout e deixarmos o carro com a bagagem estacionado em frente à agência de turismo ecológico para seguirmos para o nosso segundo roteiro.

Assim, recebemos nossa cesta de café da manhã às 08h, carregamos o carro, fizemos o checkout e partimos rumo ao roteiro Serra da Balança. Conhecemos o Belvedere do Serrano, Serra da Balança, casa centenária e trocamos a visita ao alambique pela Cervejaria 3 Orelhas.

O Belvedere do Serrano é um deck de madeira onde podemos observar a cidade de São Bento do Sapucaí.  A Serra da Balança é um antigo caminho de tropeiros, onde o acesso só pode ser feito por um veículo 4X4 (motivo da importância em realizar este passeio com o apoio de alguma agência de turismo ecológico, como a Conexão Gonçalves). Conhecemos a casa centenária e, para finalizar o nosso segundo roteiro, visitamos a popular Cervejaria 3 Orelhas.

Almoço

A ideia inicial era participarmos dos eventos do Armazém São Bento, que contou com uma programação no domingo em que estávamos na cidade com arte circense, produção artesanal, brincadeiras, alimentos orgânicos e feitos à mão e música. Mas, tratando-se da hora do almoço, preferimos almoçar ao lado do jardim, no Chalezinho Gastrobar, que gostaríamos de ter encontrado na noite anterior.

O Chalezinho Gastrobar também não decepcionou a fama da culinária mineira. Os pratos servidos estavam uma delícia. Para amenizar o friozinho do local, são disponibilizados cobertores para os clientes (além de possuir aquecedor), uma graça! Saboreamos o almoço ao som da música vizinha e, de tempos em tempos, observávamos a movimentação no jardim do Armazém São Bento, frequentado por adultos e crianças, numa vibe vintage, como o público frequentador do bairro Vila Madalena, em São Paulo.

Após o almoço, abrimos mão do famoso brigadeiro do Armazém São Bento por estarmos satisfeitos. Então, aproveitamos para andar pela cidade e comprar souvenirs antes do nosso retorno para casa.

 
Nota sobre os restaurantes de Gonçalves:

Como a maioria dos restaurantes aceitam reservas e elas são bastante mencionadas nas redes sociais, imaginei que, caso não fizéssemos reserva nos restaurantes mais bem indicados nos sites de viagens e canais do YouTube, perderíamos a oportunidade de conhecer lugares incríveis. Contudo, na prática, vi que não precisava ter me preocupado com isso, pois em todos eles havia mesas para atender a nossa família e quem mais chegasse.

 

Agora, tome nota das empresas que conhecemos e recomendamos fortemente para sua viagem para Gonçalves com criança(s):

Rancho André Neto
Estrada de São Sebastião, Km 2,1 – Retiro – Gonçalves – MG

Cachoeira Sete Quedas (e Cachoeira do Retiro)
Estrada de São Sebastião, Km 1,5 – Retiro, Gonçalves – MG

Restaurante Vida Verde
Estrada de São Sebastião, Km 3,5 – Boa Vista, Gonçalves – MG

Conexão Gonçalves – agência de turismo ecológico
Rua Capitão Antônio Carlos, 282 – Centro, Gonçalves – MG

Chalezinho Gastrobar
Rua Antônio Caetano da Rosa, 229 – Centro, Gonçalves – MG

Pousada Monjolos de Minas
Rua Joaquim Costa, 01 – Distrito dos Costas, Paraisópolis – MG

Maritaca’s Restaurante
Praça São João Batista, 8 – Distrito de Costas, Gonçalves – MG

 

Os destinos da Serra da Mantiqueira e do Vale do Paraíba que ainda não conhecemos, mas que está na nossa lista de desejos são: Cunha, Santo Antônio do Pinhal, São Bento do Sapucaí e São Francisco Xavier.

Conhece Gonçalves e possui dicas legais para o(a) leitor(a) que ainda não conhece? Deixe nos comentários!

Comente também se possui dicas dos destinos da Serra da Mantiqueira e do Vale do Paraíba que ainda não conhecemos para contribuir com nossas experiências futuras.

Um abraço,