A APLV – Alergia à Proteína do Leite de Vaca – está frequentemente associada a outras doenças atópicas como asma e dermatite. E, em época de tempo seco, as doenças respiratórias pioram em decorrência da baixa umidade do ar. O registro de índices de umidade no ar muito baixos pode causar irritação nos olhos, garganta e nariz de pessoas sadias, além de piorar a situação de pessoas com rinite alérgica e asma.

O tempo seco, a asma e remédios distribuidos gratuitamente

Minha filha usou remédios para asma durante alguns anos até passar pelo processo de imunoterapia (através do teste de provocação) e, desde então, não tem apresentado reações alérgicas causadas pela APLV. Mas, nesta época do ano, problemas como irritação e nariz entupido não a deixam em paz. Assim, tomo alguns cuidados que são recomendações de saúde frente ao tempo seco. São eles:

  • Uso de umidificador de ar;
  • Manter a casa higienizada e arejada;
  • Uso de edredons ao invés de cobertores;
  • Retirada da cortina do seu quarto;
  • Evitar plantas dentro da casa;
  • Não deixar ninguém fumar dentro de casa (isso vale para o ano todo);
  • Uso de roupas leves quando a temperatura estiver elevada;
  • Uso de soro fisiológico para as narinas quando houver irritação;
  • Evitar animais dentro de casa.

Caso você não possua umidificador de ar, use uma vasilha com água ou toalha molhada no lugar onde irá dormir. Se você passa a maior parte do dia em casa, mantenha a casa ensolarada. Outras medidas como tomar bastante líquido para hidratar corpo e secreções, evitar exposição prolongada a ambientes com ar-condicionado, realizar atividades físicas antes das 10h ou após 17h; forrar travesseiros e colchões com plástico, retirar tapetes ou objetos que acumulem pó como livros, revistas, brinquedos de pelúcia e caixas, evitar produtos de limpeza com cheiros fortes, usar persianas laváveis e evitar plantas dentro da casa também ajudam a manter a sua família saudável frente ao tempo seco.

Fonte: ABC da Saúde

E, você sabia, que o Governo Federal criou um programa chamado Farmácia Popular que disponibiliza gratuitamente medicamentos para hipertensão, diabetes e asma gratuitos? O programa foi criado em 2011 e a lista dos medicamentos pode ser consultada em uma filial credenciada da Drogaria São Paulo. Por meio de um sistema autorizador vinculado ao Ministério da Saúde e de operação regulamentada por ele, os cidadãos interessados devem comparecer à Drogaria com prescrição médica, CPF e documento com foto.

Em 2006, o Ministério da Saúde expandiu o Programa Farmácia Popular do Brasil, chamado “Aqui Tem Farmácia Popular”, mediante o credenciamento da rede privada de farmácias e drogarias com o objetivo de levar o benefício da aquisição de medicamentos essenciais a baixo custo a mais lugares e mais pessoas, aproveitando a dinâmica da cadeia farmacêutica, por meio de parceria do Governo Federal com o setor privado varejista farmacêutico.

Atualmente, o Programa Farmácia Popular é regulamentado pela Portaria nº 971, de 17 de maio de 2012.

Um abraço,

Mari.

Os cuidados com os dentes do bebê devem começar bem cedo, antes mesmo de nascer os primeiros dentinhos. A limpeza pode ser feita com a dedeira, gaze ou fralda de pano umedecida em água filtrada. E, embora eu confesse que eu tomava este cuidado, mas não diariamente, após o nascimento dos primeiros dentinhos a escovação passou a fazer parte da nossa rotina e acontecer todos os dias.

Os primeiros dentes da minha filha nasceram aos 5 meses, foram os dentes da frente, do maxilar inferior. Normalmente o primeiro dente do bebê costuma aparecer entre o sexto mês e o primeiro ano de vida. Sua primeira visita ao dentista aconteceu no dia 28 de julho de 2012, quando ela tinha exatamente 2 anos e 6 meses de vida. Desde então, sempre que visitamos o dentista temos a mesma informação: nenhuma cárie. Me sinto muito orgulhosa por estar no caminho certo.

Cuidando dos dentes

28 de fevereiro de 2015, com 5 anos e 1 mês

Já falei sobre o assunto “cuidados com os dentes” aqui no blog no post com a resenha do creme dental Malvatrikids, que uso e gosto bastante. A grande novidade que trago hoje é que em abril deste ano, com apenas 5 anos, minha filha já perdeu dois dos dentes de leite, os primeiros que surgiram em sua boquinha. Normalmente os dentinhos começam a cair entre 6 e 7 anos de vida.

Percebi que os dois dentes da frente, do maxilar inferior, estavam moles. Meu marido e eu até tentamos puxar com uma fralda de pano, mas não conseguimos. Foi quando minha filha voltou da escola sem um dos dentinhos, e não soube dizer como e em que momento ele caiu, ela simplesmente não percebeu. O segundo dente caiu numa manhã de um sábado enquanto comia pão de queijo. Bem próxima à ela, escutei que ela mastigava algo duro e gritei: “Filha, seu dente!”. Ela o tirou da boca e com naturalidade respondeu: “Eu nem tinha sentido gosto de dente, mamãe.” Morri! rs

Como aqui em casa acreditamos em Papai Noel, personagens infantis e Fada do Dente, meu marido correu comprar moedas de chocolate para trocarmos pelo dente que estava embaixo do seu travesseiro no domingo de manhã. Ela ficou feliz e muito orgulhosa pela Fada do Dente ter vindo buscar seu dentinho.

Cuidando dos dentes

Minha pequena está crescendo rápido e fico muito feliz por acompanhar todos estes momentos valiosos da sua vida de perto, dando a devida importância e com a certeza de que estamos fazendo o nosso melhor para cuidarmos da sua saúde e alimentarmos os seus sonhos.

Um abraço,

Mari.

Meu tipo sanguíneo é AB com fator Rh negativo, por isso, quando grávida da Maria Eduarda, gostaria de saber qual o fator Rh do meu marido para verificar a necessidade de tomar a vacina com uma substância chamada imunoglobulina anti-D. Esta vacina é necessária quando a mãe for Rh negativo e o bebê for Rh positivo, pois se o sangue do bebê entrar na corrente sanguínea da mãe, seu sistema imunológico pode reagir como se o bebê fosse um “invasor”, e produzir anticorpos contra ele. Este fenômeno, conhecido como “sensibilização”, embora normalmente não cause problemas numa primeira gravidez, podem atravessar a placenta numa próxima gravidez e atacar as células do sangue do bebê (caso o próximo bebê seja Rh positivo como o primeiro), provocando o que chamamos de doença hemolítica perinatal ou eritroblastose fetal (anemia, icterícia ou, em casos mais graves, insuficiência cardíaca ou hepática na criança).

O sangue do bebê pode se misturar com o da mãe em determinadas circunstâncias, como em caso de forte impacto na barriga durante a gravidez. Durante o parto, é muito provável que o sangue da mãe e o do bebê entrem em contato, especialmente em caso de cesariana, num parto normal difícil ou de remoção manual da placenta. Por isso, quando a mãe for Rh negativo, deve-se tomar esta espécie de vacina para evitar a presença dos anticorpos anti-Rh, uma vez que, caso a mãe produza os anticorpos uma vez, eles permanecerão para sempre no seu sangue.

Agora, se você está gestante, possui Rh negativo e está se perguntando se tomou a tal vacina, é possível verificar a presença de anticorpos através de exame de sangue no início da gravidez e em um novo exame por volta de 28 semanas. Se forem detectados anticorpos, sua gestação será monitorada para detectar possíveis sinais de anemia no bebê e você não receberá a vacina, porque ela só tem utilidade para evitar a fabricação de anticorpos, não destruindo os que já existam.

Logo depois do nascimento, é realizado um exame de sangue no bebê para determinar o tipo sanguíneo e o fator Rh. A amostra de sangue é tirada do cordão umbilical. Se o bebê for Rh positivo, você receberá outra injeção de imunoglobulina anti-D. Ela deve ser aplicada no máximo até 72 horas após o parto para que sua resposta imunológica não seja acionada. Seu sangue também será testado logo depois do parto para detectar a presença de anticorpos. Caso sejam encontradas grandes quantidades, pode ser necessária uma dose maior de imunoglobulina anti-D. Se o bebê for Rh negativo como você, a vacina não será necessária. No caso de eritroblastose fetal já instalada, ou seja, se não tiverem sido tomados os cuidados de prevenção durante a gestação, o tratamento no bebê inclui transfusões de sangue.

Voltando à minha história, meu marido, a obstetra e eu precisávamos conhecer o fator Rh do meu marido para termos certeza da necessidade da vacina. Assim, meu marido e eu nos dirigimos à um dos Hemocentros de São Paulo afim de que ele doasse sangue e, de quebra, conhecesse seu tipo sanguíneo e fator Rh, mesmo sabendo que ele possui sentimentos súbitos de medo e/ou ansiedade ao tirar sangue. Ele tentou, mas o sentimento foi tão forte que ele teve princípio de convulsão. Contudo, até hoje não descobrirmos qual o fator Rh do meu marido e por isso não pudemos prever qual seria o fator Rh da minha filha. O tipo sanguíneo da minha filha é B, fator Rh negativo, o que nos trouxe duas certezas:

  1. Meu sistema imunológico não produziu anticorpos anti-Rh;
  2. Meu marido possui qualquer um dos tipos sanguíneos (O, A, B ou AB) e qualquer um dos fatores Rh;

Se você conhece seu tipo sanguíneo e fator Rh e do seu companheiro, pode prever com mais facilidade o tipo sanguíneo e fator o Rh do seu filho(a) usando as tabelas abaixo:

RH negativo e gravidez

RH negativo e gravidez

Fontes: Baby Center Brasil e Diário de Biologia

Um abraço,

Mari.