O nosso assunto é maternidade. Tem post para tentantes, gestantes, mamães de primeira, segunda e quantas viagens mais. E não só mamães estão convidadas a conhecer nosso conteúdo, mas papais, avôs e avós, titios e titias, padrinhos e madrinhas, cuidadores, educadores e quem mais se interessar pelo universo infantil. Por aqui, também falamos sobre alergia alimentar, mais especificadamente sobre a APLV – Alergia à Proteína do Leite de Vaca.

E neste mês, comemoramos mais um aniversário do Blog Desafio Mamãe. Mal posso acreditar que 3 anos já se passaram. Em 2014 foi criada uma carinha para o blog, um logo personalizado para ilustrar o nosso topo e nossas redes sociais. Em 2015 o atual layout foi implantado, tornando o blog o que ele é hoje.

Agora é hora de nos atualizarmos novamente! Incluímos a ilustração da minha caçula no logo, fazendo com que a família (mamãe e filhinhas) esteja completa, e a carinha da primogênita foi atualizada (porque há alguém comendo fermento por aqui), sem perdermos a nossa identidade.

Blog Desafio Mamãe

Como era…

Blog Desafio Mamãe

Como ficou!

E você pode participar desta comemoração tão especial conosco e de quebra desfilar por aí com a nossa nova carinha. Para isso, participe do décimo sorteio do Blog Desafio Mamãe!

No dia 15 de outubro de 2016, serão sorteadas 2 camisetas comemorativas do blog. O ganhador ou ganhadora poderá escolher entre duas camisetas no tamanho adulto ou duas camisetas infantis ou uma camiseta no tamanho adulto e uma camiseta infantil (Tal mãe Tal filha(o) ou Tal pai Tal filho(a)).

aniversário de 3 anos do blog

Gostou do presente que reservamos para você? Para participar, clique aqui e em seguida em “Quero Participar”. Mas atenção, se você deseja participar do nosso sorteio através do celular, é preciso baixar o aplicativo Sortei.me.

Boa sorte!

Um abraço,

Que tal começarmos o mês com uma receita sem leite de vaca enviada por uma Colaboradora? Quem carinhosamente lembrou de nós e enviou a receita para o post de hoje foi a Josiane Gardezani Kulino, mamãe da Dani e da Mari, esposa de um colega muito querido que trabalhou comigo alguns anos atrás.

Pré-aqueça o forno e o coração para a receita deliciosa de Pão de queijo sem leite de vaca. Vamos lá?

Ingredientes:
1 xícara e 1/2 de batata baroa ou batata doce cozida e amassada
1 xícara de polvilho doce
1 xícara de polvilho azedo
1/3 de xícara de azeite extra-virgem
1/4 xícara de água
1 colher de chá de sal

Modo de fazer:
Pré-aqueça o forno a 180º por 15 minutos. Misture a batata cozida com o azeite e mexa bem. Adicione a água e mexa novamente. Junte o polvilho doce e misture até formar uma massa homogênea. Acrescente o sal usando as mãos para incorporá-lo à massa. Leve à geladeira por 10 minutos, para que fique mais firme. Depois, faça bolinhas e disponha-as em um tabuleiro com papel manteiga. Asse por 15 minutos.

Pão de queijo sem leite de vaca

Pão de queijo sem leite de vaca

A Josi retirou a receita do site Receitas da Nanda e preparou o pão de queijo retirando dois ingredientes, os grãos de linhaça e a chia, para que suas filhas não cismassem com as sementinhas. E nos deu uma dica valiosa para uma receita bem divertida: pão de queijo cor-de-rosa. Basta ralar beterraba, coar e substituir pela água.

E você, quer dividir conosco a sua receita também? Seja Colaborador(a)!

Um abraço,

São conhecidos os pronomes de tratamento. Já fui senhorita, hoje sou senhora, madame (em francês, senhora), dona. E, preferencialmente, você (contração de Vossa Mercê). Eventualmente, quando estou com minha(s) filha(s), me chamam de “mãezinha” (Isso provavelmente acontece com você também, principalmente se seu filho(a) ainda for bebê).

Para mim, vulgo  “mãezinha”, pois assim como não gosto do termo “mãe em tempo integral” (como expliquei neste post), também não gosto de ser chamada de “mãezinha” por pessoas que desconhecem inclusive meu primeiro nome. Minhas filhas podem me chamar de mãe, mamãe, mãezinha, mainha e qualquer variante da palavra mãe. Agora, pessoas que mal me conhecem, por favor, não me chamem de “mãezinha”.

Minha caçula começou com tosse sexta-feira a noite, no entardecer do domingo a tosse piorou. Segunda-feira, às 08 da manhã, ligo para o pediatra informando tal situação. Seguindo as instruções do pediatra há 2 dias e sem melhoras, a levo para o pronto-socorro na quarta-feira. O pediatra mal a examina e receita: “Xarope de 8 em 8 horas, mãezinha”.

Minha filha mais velha chora para voltar para a escola depois das férias e se queixa que determinado coleguinha bate nas outras crianças. Após o retorno às aulas, minha filha volta a se queixar que o mesmo coleguinha bateu em outra criança, bateu em suas costas e a ameaça constantemente com o olhar e fazendo gestos com as mãos. Sem querer esperar pela reunião de pais e professores, envio reclamação via agenda e cobro providências. A professora responde: “Conversamos com o aluno, mãezinha”.

Sábado ensolarado, coloco a mais nova no carrinho e levo minhas filhas para o parque com o propósito de expô-las aos raios solares. Encontro muitas pessoas desconhecidas. Uma delas aproveita a ocasião e faz perguntas: “Quanto tempo ela tem?” – se referindo à caçula. “Qual a idade dela?” – se referindo à mais velha. “E agora, não vai tentar um menino, mãezinha”?

Mãezinha, só para as minhas filhas!

Ao meu ver, ser chamada de “mãezinha” pelos médicos significa que não sei absolutamente nada sobre a ciência médica e que estou exagerando em relação aos sintomas da minha filha. Doutores e enfermeiros, por favor, não se enganem! Uma mãe pode reconhecer os sintomas de uma enfermidade muito mais rápido do que você, pois conhece o seu filho.

Ao meu ver, ser chamada de “mãezinha” pelos professores, significa que não entendo nada de pedagogia e que estou apenas me queixando da escola. Professores, por favor, não se enganem! Uma mãe pode conhecer as dificuldades do seu filho e reconhecer situações mais graves muito mais rápido do que você, pois conhece o seu filho.

Ao meu ver, ser chamada de “mãezinha” por pessoas que não me conhecem muitas vezes não significa empatia, mas julgamento. Ei você, que tem o costume de chamar mulheres acompanhadas de seus filhos de “mãezinhas”, por favor, não se engane! Esta mulher também tem vida própria, pode fazer e ser uma infinidade de coisas, exceto a SUA mãe.

Abraços,