Lá em casa, o nosso bebê já completou 5 anos. Com isso, já doamos roupas, brinquedos, sapatos, móveis e muitas outras coisas que não mais servem para ela. A única coisa que não doamos são seus livros infantis. E se ela ganha um livro repetido, corro trocá-lo para aumentar sua coleção. E hoje, trago a resenha do livro Dez Sacizinhos, que ela ganhou da minha irmã em 2013.
O livro Dez Sacizinhos, de Tatiana Belinky, com ilustrações de Roberto Weigand, é uma brincadeira matemática de subtrair sacis. Entre versos e estrofes, dez sacizinhos vão desaparecendo, um a um, em diversos acidentes, como ingestão de comida estragada, jejum exagerado e quebra de regras. E, como já contei para vocês em outro post, sempre que termino a leitura de um livro, minha filha tem o hábito de recontar a estória. Desta vez, morri de rir (e de amor) quando ao invés de dizer “Eram sete os sacizinhos; Um foi contra as leis, Então teve de fugir, E sobraram seis”, ela disse: “Eram sete os sacizinhos; Um tomou chuva e era alérgico, Então morreu”. Como assim alguém é alérgico à chuva, filha? Mas na nossa hora da estória tudo pode, a imaginação é grande e a diversão e o aprendizado são enormes.
E por falar em hora da estória, este momento tem diminuído muito por aqui, principalmente por causa das lições de casa diárias. Mas, com a chegada das férias, tenho me esforçado para que este momento volte a ser frequente. Até agora tenho contado as estórias para ela e só não digo que não vejo a hora de vê-la lendo seus próprios livros porque isso significaria que ela teria crescido um tantão.
E você, tem o costume de ler para o seu filho(a)? Crie este hábito.
Como contei no post da última segunda-feira (post completo, aqui), fiz três ultrassonografias de pelve transvaginal nos últimos 5 meses. A primeira, em janeiro, apresentou dimensões discretamente aumentadas do ovário direito com ausência de líquido livre na cavidade pélvica, resultado que não preocupou minha médica ginecologista e obstetra e eu. O segundo, em abril, apresentou dimensões aumentadas do ovário direito e esquerdo com mínima quantidade de líquido livre na cavidade pélvica. Desta vez, com sintomas de cisto hemorrágico. O terceiro, em junho, apresentou útero de volume aumentado e ovários de volume aumentado com cistos de conteúdo espesso. Com a suspeita de endometriose, há apenas 14 dias da última ultrassonografia, realizei a ressonância magnética de pelve.
De acordo com o Dr. Sergio dos Passos Ramos, “a endometriose é uma doença caracterizada pela presença do endométrio – tecido que reveste o interior do útero – fora da cavidade uterina, ou seja, em outros órgãos da pelve: trompas, ovários, intestinos e bexiga.
Todos os meses, o endométrio fica mais espesso para que um óvulo fecundado possa se implantar nele. Quando não há gravidez, esse endométrio que aumentou descama e é expelido na menstruação. Em alguns casos, um pouco desse sangue migra no sentido oposto e cai nos ovários ou na cavidade abdominal, causando a lesão endometriótica. As causas desse comportamento ainda são desconhecidas, mas sabe-se que há um risco maior de desenvolver endometriose se a mãe ou irmã da paciente sofrem com a doença.
É importante destacar que a doença acomete mulheres a partir da primeira menstruação e pode se estender até a última. Geralmente, o diagnóstico acontece quando a paciente está na faixa dos 30 anos.
Hoje, a doença afeta cerca de seis milhões de brasileiras. De acordo com a Associação Brasileira de Endometriose, entre 10% a 15% das mulheres em idade reprodutiva (13 a 45 anos) podem desenvolvê-la e 30% tem chances de ficarem estéreis.”
Cheguei em casa após a segunda ultrassonografia chorando, imaginando que o cisto hemorrágico poderia se tornar algo pior, mas não, o cisto hemorrágico não se torna câncer no ovário. Quando saí da consulta médica onde minha médica ginecologista e obstetra citou a suspeita de endometriose fiquei tão arrasada que nem mesmo me lembrei de pedir o atestado médico de horas para apresentação no meu trabalho, pois sabia que a endometriose poderia dificultar uma segunda gravidez ou ainda causar infertilidade. Mais do que a dor física, foi imaginar que não poderíamos dar um irmãozinho ou irmãzinha para a nossa filha e o arrependimento por termos adiado tanto a tentativa de uma segunda gravidez até então.
O resultado da ressonância magnética da pelve foram cistos com aspecto de endometrioma nos ovários direito e esquerdo, formação cística anexial, com destaque para alteração sugestiva de endometriose profunda. Pronto, o diagnóstico de endometriose estava confirmado. Assim, além de apresentar o exame para a minha médica ginecologista e obstetra que informou-me sobre a possibilidade de tratamento por medicamentos e a possibilidade de tratamento por meio cirúrgico e me pediu outro exame, o de sangue (hemograma completo, glicemia de jejum, hemoglobina glicada, FSH, LH, E2, T4L, TSH – a serem feitos no terceiro dia do ciclo- e CA125 – para diagnóstico da endometriose), consultei um ginecologista e obstetra especialista em endometriose e reprodução humana, já que meu principal objetivo é aliviar a dor e amenizar os outros sintomas, como favorecer a possibilidade de outra gravidez. Em consulta, o mesmo esclareceu que a melhor solução para o meu caso é a cirúrgica e mais um exame me foi solicitado, desta vez um ultrassom transvaginal com doppler colorido e preparo intestinal.
O grande empecilho deste último exame é que muitos convênios não cobrem sua realização. Encontrei o Hospital Bandeirantes que realiza este exame com a cobertura do meu convênio médico, mas somente haverão vagas para o final do mês de setembro. Realizando o exame de forma particular, há vagas em diversos laboratórios com datas bem próximas. Assim, agendei o exame para o mês de agosto.
Durante as minhas consultas na net, encontrei dois vídeos bastante esclarecedores sobre o assunto. O primeiro é uma entrevista realizada pelo GAPENDI – Grupo de Apoio às Portadoras de Endometriose e Infertilidade – sobre o diagnóstico da endometriose, tendo como convidada especial a Dra. Luciana Chamié, médica radiologista, especialista no diagnóstico por imagem da endometriose profunda. E o segundo, é uma entrevista realizada pelo programa Vida Melhor sobre quais tratamentos aumentam a possibilidade de engravidar, com o ginecologista Dr. Eduardo Schor como convidado.
Agora, é esquecer o problema e focar na solução. Trarei novidades.
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