Concurso “Amamentar: amor e saúde para sempre!"

De 1 a 7 de agosto foi comemorado em mais de 170 países a Semana Mundial de Aleitamento Materno, uma semana destinada a promover a amamentação e para melhorar a saúde dos bebês em todo o mundo. A OPAS/OMS recomenda o aleitamento materno exclusivo até o 6º mês de vida e o aleitamento complementar por outros alimentos até pelo menos os dois anos de idade. Na Semana Mundial se comemorou a assinatura da Declaração de Innocenti formulada por especialistas da OMS e do UNICEF em agosto de 1990 para proteger, promover e apoiar o aleitamento materno.

Dentre os principais obstáculos para que as mulheres possam decidir por si próprias se querem amamentar seus filhos e por quanto tempo estão: a influência das práticas culturais; a má orientação e apoio oferecido nas maternidades e outros serviços de saúde; as práticas de marketing inadequadas que são utilizados pelos fabricantes e distribuidores de fórmulas infantis e outros substitutos do leite materno e; a falta de proteção aos programas que garantam a amamentação no local de trabalho.

Uma prática cultural nociva ao aleitamento materno são as pressões (explícitas e implícitas) as quais as mulheres são expostas ao amamentar em público. Muitas mulheres não se sentem confortáveis para amamentar em locais públicos por conta da repulsa social que elas sofrem ao praticar o aleitamento em público. Para superar esse obstáculo, as mães devem ser apoiadas para se sentir confortáveis e seguras para amamentar seu bebê quando e onde ela quiser, independentemente de estar em casa ou em público. A mulher deve se sentir confortável para amamentar sempre que o bebê estiver com fome ou precisando de um alento. Ao amamentar em todos os lugares, a mulher transmite uma mensagem clara e convincente para a sua família, comunidade e sociedade que a amamentação é um ato natural, e ajuda a restaurar, em alguns contextos, e incorporar outros, a amamentação como um comportamento normal na vida das mulheres modernas.

O Concurso de “Amamentar: amor e saúde para sempre!” é gratuito e está aberto para as mães, familiares e profissionais de saúde que residem no Brasil, clique aqui e conheça o regulamento do concurso.

Para modelo de autorização para menores de 18 anos, clique aqui.

As inscrição podem ser feitas de 04 a 31 de agosto de 2014, até às 23h59, através de formulário específico.

Participe!

Informações retiradas da Fan Page do Facebook “O Renascimento do Parto – O Filme“.

Abraços,

Mari.

Há quatro anos e meio, quando me tornei mãe, não conhecia alguns produtos que poderiam ser muito úteis para a minha filha. Entre eles, está o tapete acolchoado para bebês e crianças, da Daskom.

O tapete é macio, antitérmico, atóxico, antialérgico, higiênico, resistente, de fácil limpeza e antirruído, características importantes para criar um ambiente onde o bebê e/ou a criança possa brincar e desenvolver atividades de forma mais segura e confortável. Além disso, o ambiente se torna bonito e divertido.

Recebemos o tapete acolchoado para bebês e crianças na última semana, com as medidas 190 cm x 130 x 1,2 (espessura), e a minha filha adorou! Aqui em casa, o utilizamos principalmente em dois ambientes: na maior parte do tempo ele substituiu o tapete de E.V.A do seu quarto de brinquedos por ser maior, mais confortável e resistente.

Tapete acolchoado para bebês e crianças

Tapete acolchoado para bebês e crianças

Tapete acolchoado para bebês e crianças

Na sala, é utilizado sobre o tapete comum por ser antialérgico. E também, o tenho utilizado num espaço vazio que temos à esquerda da sala, sobre o piso frio. Este espaço não é ocupado por móveis justamente para reservarmos um espaço para que ela possa brincar, mas até agora ainda não havia conseguido protegê-la do piso frio. Com o tapete antitérmico isso foi possível e não só a minha filha, mas eu também fiquei muito feliz com o resultado.

Tapete acolchoado para bebês e crianças

Tapete acolchoado para bebês e crianças

Tapete acolchoado para bebês e crianças

Tapete acolchoado para bebês e crianças

Como o fabricante garante sua durabilidade prolongada (5 a 10 anos), penso em usá-lo para o enxoval do bebê, ao pensarmos em um segundo filho.

Uma ótima ideia é também usar o tapete acolchoado para bebês e crianças da Daskom para montar uma área baby na festa infantil do seu filho(a), caso tenha convidados com filhos até um ano.

Para comprar o seu tapete acolchoado, visite o site da Daskom: www.lojadaskom.com.br.

Um abraço,

Mari.

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Rotina noturna

20 de agosto de 2014

Desde quando passei a me inteirar dos assuntos maternos, tenho lido em diversas fontes sobre rotinas e rituais para a hora de dormir do bebê.  Muitas dicas ajudam a nós, mamães. Por outro lado, se um filho é diferente do outro, imagina generalizarmos dizendo a rotina noturna que funciona para todos eles. Portanto, vou contar agora o que já funcionou para que a minha filha pegasse no sono desde o seu nascimento até os dias de hoje, com 4 anos.

Rotina noturna

Do seu nascimento até por volta dos 7 meses, ela não passava tantas horas acordada. Sempre que mamava, tinha facilidade em pegar no sono. Desta fase para a frente, ela passou a ficar mais tempo acordada e a interagir mais. Foi também nesta fase que voltei a trabalhar. Portanto, quando chegava do trabalho, dedicava todo o meu tempo para brincar e dar atenção à ela. Na época, tínhamos uma babá e arrumadeira, por isso, quando chegava, minha filha já havia tomado banho e jantado, e estava com todo o pique para brincarmos. Entre as 20h30 e as 21h30, a trocava colocando seu pijama e tinha uma seleção de músicas que colocava para tocar e cantar para ela. Eu adorava esse momento de ninar o meu bebê, ele tinha a duração de 30 a 40 minutos. Desde que nasceu, eu sempre a balancei no colo e não dei ouvidos à quem dizia que ela ficaria mal acostumada. Se ela pedia atenção, nós (meu marido e eu) tínhamos o maior prazer em dar esta atenção para ela. Ela dormia e então eu deitava também. Nesta fase, ela dormia no berço em seu quarto. Foi assim até completar cerca de 1 ano e meio.

Me lembrando desta época, percebo o quanto a minha filha cresceu rapidamente. Com isso, o seu processo de pegar no sono amadureceu com a mesma velocidade. Após o ritual banho morno, colocar o pijama e escovar os dentes, passei a esclarecer que precisávamos dormir para levantarmos cedo no dia seguinte e troquei as cantigas de ninar por estórias. Poucas vezes criei uma estória, prefiro a leitura de livros infantis. E ela nunca adormece antes do final da estória, ela aguarda o seu término e o apagar das luzes (encontre os posts sobre literatura infantil, aqui).

Com pouco mais de 3 anos, passamos a compartilhar a cama com bastante frequência, e nesta fase, passei a acrescentar uma oração na nossa rotina noturna. Nos dias em que estou muito cansada, confesso que assistimos desenhos animados. Mas, raramente dormimos com a televisão ligada, pois o conjunto de cores e sons não a tranquiliza. Ao apagar as luzes, logo adormecemos. Se apago as luzes e ela reluta em dormir, peço para que se atente para os “barulho da noite”, como a guarda-noturno, um grilo, ou algo assim. Funciona!

Posso classificar que a minha filha tem um bom sono. Com apenas quarenta dias, passou a dormir no berço em seu quarto. Hoje, mesmo adormecendo em nossa cama, quando a colocamos na sua, ela continua dormindo até que alguém da casa acorde.

Cada casa tem o seu ritmo, e cada mamãe acaba encontrando a melhor rotina noturna a ser seguida com o seu filho(a). Banho morno, cantigas de ninar, estórias infantis, são coisas que ajudam muito. Mas, acredito que o carinho despendido neste momento, traz segurança para o bebê e o ajuda a dormir mais facilmente.

Para crianças maiores, procure equilibrar o horário de sono do seu filho(a) de acordo com o tempo necessário de descanso para a sua idade. Mas, não adianta criarmos uma regra para as crianças estarem na cama às 20h, se todos os outros membros da família costumam dormir após a meia-noite. Também não adianta desejar que a criança adormeça antes das 20h, se no dia seguinte ela dorme até o meio-dia.

Assim, como cada casa tem o seu ritmo, as crianças também podem ter metabolismos diferentes. Portanto, não nos esqueçamos de que algumas crianças podem precisar de mais horas de sono do que outras. Para acessar a tabela de quanto tempo o seu filho(a) precisar dormir, disponível no site BabyCenter Brasil, clique aqui.

E você, segue uma rotina noturna?

Abraços,

Mari.