A escolha da Escola

A minha filha entrou no berçário com 1 ano e 2 meses, por meio período. O outro meio período ela passava com a vovó materna. E fiz um post inteiro sobre esse assunto, para relembrá-lo, clique aqui!

Ao escolher a escola para que a minha filha passasse meio período, me atentei à alguns detalhes considerando a sua pouca idade: espaço adequado para sono e banho (embora a minha filha não tomasse banho na escola), piso macio na sala de recreação, ambientes claros e arejados, parque ao ar livre e organização, além do que, alguns brinquedos pedagógicos eram iguais ao que tínhamos em casa, o que me trouxe a sensação de que alí a minha filha se sentiria em casa. E, graças a Deus, foi exatamente isso o que aconteceu. A sua adaptação ocorreu da melhor maneira possível.

Às vésperas de completar 3 anos, decidi trocá-la de escola. Os principais motivos foram a distância da minha casa para o escola e o fato de que ela estaria iniciando o processo de alfabetização. E, embora a escola oferecesse turmas para crianças de até 5 anos, não senti confiança para que ela iniciasse este processo com os profissionais que, na época, a assistiam.

Ao escolher a nova escola, considerei a distância, o fator financeiro e fatores ainda mais importantes como a filosofia, metodologia, estrutura, indicação de amigos e a possibilidade de extensão dos estudos na mesma instituição até a conclusão do ensino fundamental. A adaptação não foi imediata, mas foi fácil. Aos poucos, ela conquistou amigos e a confiança no ambiente escolar.

Porém, às vésperas de completar 4 anos, me vi obrigada a trocá-la de escola novamente, pois a escola atual não atendia às nossas necessidades ao remanejarmos a nossa rotina familiar. Como contei para vocês no post Nova Rotina, a minha filha deixou de ficar aos cuidados da vovó materna por meio período e passou a contar somente com os nossos cuidados (papai e mamãe), além dos cuidados da escola. Assim, precisávamos agora de uma escola que oferecesse, além do período de aula, horários intermediários que possibilitassem que ela almoçasse na escola e frequentasse alguma atividade extra, como o ballet, que ela adora.

Entre as diversas escolas próximas da nossa residência, optei por uma escola que conta com os mesmos atributos da escola anterior (indicação, boa estrutura), com uma metodologia que desenvolve com maior ênfase a relação interpessoal, o que proporcionou um acolhimento com muita afetividade, facilitando assim a sua adaptação. Com isso, a troca foi bem aceita pela minha filha e até hoje, quase um semestre após a troca, ela demonstra muita alegria no momento de ir para a escola e volta diariamente muito feliz.

Não sou a favor da frequente troca de escola, e agora, pretendo não precisar trocá-la de escola até a conclusão do ensino médio.

Se você precisar trocar o seu filho(a) de escola, espero ter deixado a dica de fatores importantes a serem considerados para esta mudança. E se você já precisou trocar o seu filho(a) de escola, o que influenciou a sua escolha? Comente!

Um abraço,

Mari.

Uma das vantagens quando planejamos ou estamos esperando um segundo filho, é a experiência adquirida com o primeiro. E isso ocorre desde o planejamento do quarto, até os itens que você sabe que são úteis e os que não são tão úteis assim.

Em maio deste ano nos mudamos para uma casa maior com três quartos, pensando justamente em termos mais um filho. E os dois quartos que hoje estão sendo ocupados pela minha filha, serão divididos entre os dois filhos. Hoje, o primeiro quarto é usado como uma espécie de closet e brinquedoteca, e o outro, é usado para dormir (conheça seu Quarto Montessoriano).

Desde que montei o primeiro quarto da minha filha (O quartinho lilás do nosso bebê), muitas coisas mudaram. Os quartos de bebês estão cada vez mais bem planejados, decorados e modernizados. E, uma das coisas que acompanhará esta modernização ao montarmos um novo quarto e o enxoval de bebê é o trocador. Desta vez, o trocador de bebê será mais funcional e prático do que o modelo usado para a minha filha, o tradicional sobre a cômoda, que exigia uma série de cuidados em relação aos seus movimentos.

Trocador de bebê

Trocador de bebê

Trocador de bebê

Trocador de bebê

O Trocador de Espuma Comfort, da Tulipa Baby, é um trocador de espuma em formato anatômico com capa impermeável na cor branca, ideal para ser usado sobre a cômoda , proporcionando muito mais conforto e segurança durante a troca do bebê.

Comfort trocador de espuma

Além disso, no site da Tulipa Baby há diversas capas disponíveis para o Trocador de Espuma Comfort, possibilitando a decoração do quarto de forma ainda mais completa.

Capa floresta menina

Capa transportes

Capa monograma

Capa floresta menino

Gostou tanto do trocador de bebê da Tulipa Baby quanto eu? Clique aqui para comprar o seu Trocador de Espuma Comfort.

Um abraço,

Mari.

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Corante caramelo

29 de maio de 2014

Desde que descobri a alergia à proteína do leite de vaca da minha filha há quase um ano, tenho ouvido e lido que o corante caramelo pode indicar a presença de leite ou algum derivado, e por isso alimentos com corante caramelo entrariam na lista de ingredientes que devem ser evitados por pessoas com APLV. Assim, excluímos da sua dieta todos os alimentos que contém esta substância.

Contudo, na última terça-feira publiquei aqui no Blog Desafio Mamãe um post com a informação de que os refrigerantes “tipo cola” e guaraná supostamente não poderiam ser consumidos por indivíduos com APLV, uma vez que a maior aplicação do corante caramelo (cerca de 75%) é neste segmento.

Mas, graças a Deus, o texto foi lido rapidamente por duas colegas do grupo Tips4APLV do Facebook que sugeriram a correção do post, pois o corante caramelo utilizado nos refrigerantes brasileiros é do tipo Caramelo IV, produto obtido pelo aquecimento de açúcares a temperaturas superiores aos dos pontos de fusão, e portanto, não contém leite ou algum derivado.

Mas, por que ouve-se e lê-se tanto que o corante caramelo pode indicar a presença de leite ou algum derivado? Porque utiliza-se sacarose para produzir o caramelo em preparos caseiros. A sacarose pura, aquecida diretamente, funde a 160ºC (derrete) tornando-se amarela e depois marrom claro. Neste ponto se adiciona água, por exemplo, para preparo de caldas, ou leite para preparo de leite caramelizado. Portanto, na lista de ingredientes que pessoas com APLV não devem consumir aparece o sabor caramelo, confundido facilmente com o corante caramelo.

A minha filha prefere água e suco às bebidas gaseificadas, e portanto os refrigerantes já eram excluídos da sua dieta antes mesmo da descoberta da APLV. Mas, de posse da informação de que corante caramelo pode indicar a presença de leite ou algum derivado, é possível que neste um ano de dieta de exclusão, tenhamos excluído alimentos que ela poderia consumir, devido à esta substância.

Atenção! Embora este texto pareça ser bastante esclarecedor, na dúvida, entre em contato com o SAC da empresa antes de consumir ou liberar o consumo de algum alimento ou bebida em casos de alergia alimentar.

As tipetes (colegas do grupo Tips4APLV) que me ajudaram corrigindo o post sobre o Corante Caramelo e indicando fontes seguras foram:

Meire S. Santos, mamãe do Caio, de 3 anos. O Caio possui APLV desde bebê e é mediado até hoje, possuindo reações fortes, reagindo até mesmo ao toque. Mediado para leite, ovo, corante e farmaco. Meire precisou parar de trabalhar para dedicar-se exclusivamente aos cuidados do pequeno;

Rubiane Ganascim Marques, engenheira química pela Universidade Estadual de Maringá e mamãe do Giovane.

Artigos técnicos consultados:

Um abraço,